<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905</atom:id><lastBuildDate>Sun, 27 Dec 2009 19:35:55 +0000</lastBuildDate><title>(Jaque) não tou fazendo nada...</title><description></description><link>http://ave-struz.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Jaque)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>58</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-7093340102944655054</guid><pubDate>Fri, 30 Oct 2009 07:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-30T01:00:51.418-07:00</atom:updated><title>em meio a bolas de feno...</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Digamos que dentro de 4 meses eu não tive muito o que escrever aqui. Não que agora eu tenha. Desconfio que vou escrever, escrever e nada dizer. Mas eu preciso exercitar meus dedos... hahaha. Mentira. Eu só tive vontade de vir aqui e tirar as teias de aranha deste local cheio de textos bobos e velhos. Tbm vim dar um olá as caras almas penadas que ainda circulam por este blog. Depois de mil anos sem dar o ar da graça, o que eu espero desta postagem é apenas vácuo.&lt;br /&gt;São quase 4 da madrugada e eu me sinto meio ridícula por estar aqui, tão tarde. Porque eu penso "realmente, eu não tenho o que fazer da vida". São quase 4 horas da madrugada, porra. Eu deveria estar dormindo. Deveria? Mas tudo bem, o que posso fazer se não tenho sono? E me sinto mais ridícula ainda por eu estar escrevendo como se estivesse falando comigo mesma. Todas as vezes que me pego falando comigo mesma, me sinto uma ridícula. Ser ridícula não me afeta muito, ou melhor, é bom reconhecer que sou ridícula. Sem relação com problemas de baixa auto-estima. Compreenda o "ridícula" no sentido mais suave que a palavra possa ter. Então, eu sou suavemente ridícula.&lt;br /&gt;Depois de um dia exaustivo, trancafiada em meu lar-doce-lar, e filosofando diversas teorias de quinta categoria, daqui a pouco é hora de eu recarregar a bateria. Desligar o computador, me levantar da cama, tentar guardá-lo em algum lugar em meio a escuridão do meu quarto que está sem luz, torcer pra que eu não tenha esquecido algum prato do lado da cama, pra não pisar nele e não fazer aquele barulho escandaloso que quase sempre faço e que faz acordar quase todo mundo que está dormindo. Em seguida arrumar minha cama com a habilidade ninja que adquiri em dois dias no escuro, já que prefiro manter a luz vermelha do abajur desligada (só ligar em casos de emergência), devido a sensação estranha que ela me dá. Mesmo eu ainda insistindo em achar que luz vermelha é interessante. Deitar, e pensar em alguma bobagem (processou sacanagem? pula) até que o sono chegue e me leve até mais tarde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-7093340102944655054?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2009/10/em-meio-as-bolas-de-feno.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-899612877173813548</guid><pubDate>Tue, 16 Jun 2009 04:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-15T23:06:41.992-07:00</atom:updated><title>muita alegria pra muito mais tédio</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Não sei o que eles veem em mim, mas sei o que vejo neles: remédio pra minha solidão, alegria pro meu tédio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir das fotos da peituda metida a gostosa da turma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir da tia com cara de mal-comida da lanchonete, que economiza na maionese.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir do namorado chato dos outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir de quedas catastróficas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir dos peidos na biblioteca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir dos cochilos em palestras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir de enchentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir de voadoras e tapas na cara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir das confissões, do tipo "passei dois dias sem tomar banho". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir dos desastres amorosos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir dos pesamentos pervertidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir dos vexames causados pelo álcool.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir das dancinhas toscas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir das pérolas ditas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Rir de nós mesmos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Do que passou e do que não passou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Das ironias da vida e um pouco mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Em lugares apropriados, &lt;em&gt;ou não&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Nos encontramos e percebemos que nunca mais tínhamos rido tanto. Nunca mais tínhamos sido tão bobos. E nunca mais o tempo tinha passado tão rápido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Os maiores lapsos de alegria, acontecem quando estou com meus amigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-899612877173813548?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2009/06/muita-alegria-pra-muito-mais-tedio.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-241735062072572447</guid><pubDate>Wed, 13 May 2009 04:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-12T23:26:30.037-07:00</atom:updated><title>morri aos 18 anos*</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Eu nasci, no último dia do ano, o médico deu tapinha na minha bunda, e eu chorei. Um bebê frágil e amarelo. Um franguinho com pouco mais de três quilos. Conheci minha mãe, me alimentaram e me recuperei da tal fragilidade física. Nunca fui uma criança muito fácil de lidar, mas existiam piores do que eu. Meu raciocínio não se desenvolveu muito rápido. Quem sabe tenha sido pelo fato de eu sofrido queimaduras de primeiro e segundo graus, em menos de 5 anos de existência. Ainda sou lerdo até os dias de hoje, mesmo sabendo que tenho inteligência considerável. Fui levado ao médio e fizeram exames em mim, com suspeita de eu ter algum distúrbio mental, já que colecionava caixas de fósforo, ao invés de brincar com brinquedos normais. Nada foi detectado. Joguei bola. Pulei muros. Esfolei o dedão do pé. Tive muitos carrinhos e fazia meus bonecos de massa. Roubei doces na vendinha. Soltei pipa. Brinquei com meus piões. Tazos. Ioiôs. Chimbras (que equivalem a bolas de gude). Joguei Nitendo. Assisti a muitos desenhos. E fui viciado em Cavaleiros do Zodíaco. Me destaquei com meus desenhos. E cheguei a pensar que teria algum futuro com isso. Sei lá, talvez me rendessem algum dinheiro e reconhecimento. Talvez. Passei de ano sem precisar estudar com muito empenho, no geral, foi assim. E ainda cobrava quando queriam meus serviços para trabalhos escolares. Soquei muitos moleques da escola e tirei sangue de muitos narizes. Desrespeitei professores e matei muitas aulas chatas. Ganhei muitas suspensões e fui expulso diversas vezes. Devo ter estudado em uns quatro colégios diferentes. Não tive muita aptidão para esportes, principalmente para o futebol. Apanhei. Nunca do meu pai. Sim da minha mãe (e dos que não conseguia bater). Mas sempre tive preferência por ela, em disparado! Na verdade. Nem sabia como era ter um pai. De verdade. Presente. Nunca sofri por isso. Cresci, cheguei aos 190 centímetros de altura. Fui um adolescente idiota, como são todos os adolescentes. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Por sorte, não fui espinhento. Me defini por música, amigos, cabelo e atitudes (ou pela falta delas).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Agora, não tenho mais 7 anos, nem 10, nem 15, nem 18... Tenho 20, e a melhor época passou. Me apresentaram a vida cruel, injusta, difícil... e eu morri. Amigos? Aventuras? Perigos? Despreocupação? Nada é o mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Estou sem grandes expectativas. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Sou pressionado e cobrado a todo o tempo. Entediado. Sem grandes compromissos. Rabugento e questionador. Buscando por alguma paz. À espera de ser ressuscitado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Este é um pouco do meu único-irmão-porre-mais-novo-preferido, por minhas palavras de irmã chata e briguenta.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;*É o que ele mesmo diz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-241735062072572447?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2009/05/morri-aos-18-anos.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-5073816741121888152</guid><pubDate>Sun, 10 May 2009 18:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-23T01:13:25.387-07:00</atom:updated><title>a oradora</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;HAMHAM...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gostaria de dizer que me sinto muito honrada, por hoje estar aqui, homenageando e representando a turma que julgo estar entre umas das mais especiais que já passaram pela Universidade Federal de Alagoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, antes de entrar na universidade, devo dizer que eu tinha uma ideia um pouco confusa e limitada, quanto ao que iria encontrar lá dentro, quando se desse início o primeiro ano letivo. E o que me vinham em mente eram adolescentes inconseqüentes, loucos por festas e mais festas, sem a pretensão de assumirem grandes responsabilidades. Não que depois de o curso ter acabado, eu tenha apagado completamente essa ideia da cabeça. Mas, com o passar do tempo, vi que o que se ganha na Universidade, são mais do que momentos passageiros. Hoje, falo por mim, falo por nós: o que ganhamos vai além disso; nós saímos de lá com a sensação de estarmos mais completos, de termos acrescentando experiências significativas em nossas vidas e de termos conquistado grandes amigos que, possivelmente, sempre estarão presentes, de alguma forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos guerreiros! Afinal, creio que para a maioria de nós, não foi fácil enfrentar o COS durante estes quatro últimos anos. Encarar o bloco de Comunicação Social foi um tanto complicado em diversos momentos, considerando-o não ser o que possui os melhores recursos para auxiliar os alunos em suas atividades. (E espero que essa seja uma situação a ser mudada brevemente.) Não foi fácil enfrentar determinados professores mal humorados, ausentes, e, muitas vezes, incompreensivos. Não foi fácil fazer trabalhos complexos, em tempo recorde: fichamentos, provas, pesquisas, planejamentos, projetos... Entre outras muitas coisas, até chegar no bendito TCC. Não foi fácil enfrentar dias exaustivos, conciliando estágio e Universidade. Não foi fácil, sequer, conseguir um estágio. Não foi fácil administrar as nossas vidas, com um turbilhão de coisas acontecendo ao mesmo tempo. Sobretudo, em nossas mentes. Conflitos dentro de nós, numa mescla de sensações e sentimentos; incerteza, angústia, desmotivação, dúvida, ansiedade, alegria, decepção, tristeza, esperança... A realidade bem na nossa frente. Não foi fácil manter tudo isso sob controle. Não foi fácil. Mas quem foi que disse que seria fácil? Querer alcançar objetivos de vida, requer força de vontade, dedicação e superação. Foi isso que nos trouxe esperança diante destes momentos não tão fáceis. A certeza de que, ao final de tudo, eles seriam merecidamente compensados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virando o outro lado da moeda; fomos privilegiados. Encontramos grandes professores, dignos de admiração e respeito, aos quais seremos eternamente gratos. E tivemos momentos inesquecíveis, ao lado de pessoas maravilhosas, que aprendemos a amar, no decorrer do tempo.&lt;br /&gt;Apesar de não me faltar vontade, não listarei estes momentos aqui, sabendo que são muitos. Deixo que cada um os guarde na lembrança, e recorde quando sentir falta de seus amigos que já não terão ao lado todos os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo mais, estaremos com nossos diplomas em mãos. E o que faremos...? Sabemos que para conquistar nosso devido espaço no mercado de trabalho lá fora, teremos que percorrer por um caminho árduo, em busca de reconhecimento e evolução da nossa capacidade de desempenhar tudo aquilo que nos foi passado enquanto estudantes. Se fomos capazes de chegar até aqui, somos capazes de irmos muito mais além. Somos capazes de enfrentar, com honestidade e valentia, o que for preciso para a conquista do nosso sucesso profissional merecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu poderia ficar falando e falando, sobre o que nossa profissão representa para nós, e o significado do compromisso que assumimos com sociedade a partir de agora. Sobre seus valores, sua relevância em todos os aspectos das relações pessoais e de trabalho. Etc., etc. ... Mas acho que vocês ainda lembram do quanto tudo isso foi debatido em sala de aula. Pulemos essa etapa e vamos ver o que acontece na prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos de vocês já devem ter se perguntado o que irão fazer da vida a partir de agora... e não tiveram uma resposta muito clara, ou nenhuma. Certamente, não são os únicos. Então, para estes eu quero dizer: bem-vindos ao clube. Insegurança é parte normal, em situações determinantes em nossas vidas. A certeza que temos é de que queremos ser pessoas realizadas e felizes. Temos aqui o resultado de um processo que deixaremos para trás, a fim vislumbrar novos horizontes e superar novas metas. Levamos o conhecimento e a vontade de querer sempre mais, o melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos profissionais da Comunicação! Vamos correr atrás e mostrar eficiência. Mostrar o que queremos. Para quê viemos, sendo éticos e coerentes. Construir nosso futuro.&lt;br /&gt;Vamos dar sentido a tudo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, para finalizar este discurso, parafraseio nosso querido amigo (Victor): vocês são jovens!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo sucesso para todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigada.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;_________________________________Jaqueline Pais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Colação de Grau da turma de Comunicação Social/2008 - Ufal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Realizada no Teatro Marista, no dia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;08 de maio de 2009.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-5073816741121888152?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2009/05/oradora.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-4896194442511801295</guid><pubDate>Thu, 30 Apr 2009 04:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-29T23:09:40.253-07:00</atom:updated><title>notificações do dia</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Esperar&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;minha mãe, quase sempre me rende situações bem legais, sabe? - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Desta vez, fiquei esperando numa farmácia ( é que tinha uma dentro do lugar onde ela foi fazer uns benditos pagamentos). Sentei numa cadeira, em frante as prateleiras com vários produtos... Quando comecei a notar que todas as marcas de camisinha terminam com &lt;em&gt;ex: &lt;/em&gt;Prosex, Studex, Jontex, Lovex, etc., etc-&lt;em&gt;ex&lt;/em&gt;... Por causa de látex, correto? (É, foi a conclusão que cheguei.) Bom, enquanto eu processava tudo isso na minha cabeça, senti que alguém me observava. E era o bendito farmaceutico com cara de "safadjiiiiiiinha, ui! Pode comprar, não precisa ficar com vergonha", ao que foi respondido com uma cara de "me deixa!"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Encontrar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; certas pessoas que vc já não vê há 300 séculos, é algo um pouco constrangedor. (Pra dizer o mínimo, dependendo do caso.) Sempre rola aquela pergunta básica/infeliz: E aííí, me fala as novidades!!! Se vcs não têm contato há milênios, é natural que existam muitas novidades. Sendo assim, dá preguiça de começar do começo. Daí, vc simplesmente responde: Ah, o mesmo de sempre, né...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ver&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;um cara conversando com tua mãe, e passando cantada nela, cheio da malícia, é bem sem noção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Fazer&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; a boa ação do dia... É incrível como te deixa bem. Mesmo sendo a coisa mais simples, como ajudar um velhinho a colar o envelope pra depósito de dinheiro, no banco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Falar&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;com bêbado sujo jogado nas calçadas como se fosse seu mano firmeza, e ser chamada de doida, é sempre um prazer.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Olhar&lt;/strong&gt;-&lt;/span&gt;se em espelho de provador de loja, é bem desconfortável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-4896194442511801295?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2009/04/notificacoes-do-dia.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-4482149575495004290</guid><pubDate>Thu, 23 Apr 2009 08:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-23T21:08:07.242-07:00</atom:updated><title>a mesma música</title><description>&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;em&gt;Não quero ser o mais vendido. Nem quero falar só com seu ouvido. Eu quero entrar no seu coração... nem quero falar só de amor.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tô pensando aqui, e me perguntando o que será que uma pessoa precisa pra ser completamente feliz. Se existe completa felicidade e se existe alguém completamente assim. E, se existir, o que ela diria pra mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu vou tentar só mais uma vez: quero estar no seu coração... Nem quero falar só de amor...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... pensando nessa música que não quer sair da minha cachola.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-4482149575495004290?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2009/04/mesma-musica_23.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-1188630750518881218</guid><pubDate>Mon, 20 Apr 2009 03:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-19T20:39:30.665-07:00</atom:updated><title>ainda vivo</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Não há nada ruim, que não possa piorar. Já diria... Quem terá sido o primeiro que chegou a essa conclusão? Bom, alegria de pobre dura pouco. Quem concluiu essa, é um grande sábio. Também não deveria haver nada de bom, que não pudesse melhorar e alegria de pobre deveria durar por muito tempo. Acho que seria bem justo. Mas, bom, nem sempre é assim... Ah, onde é que eu tô querendo chegar? Chega! Chaga nada, preciso falar. Sério, por que sempre que acontece algo bom na sua vida, parece que acontece alguma outra coisa não tão boa assim (pra não dizer "outra coisa tentando destruir sua raça e sua alegria de viver")? Espécie de um alerta querendo dizer "Epa, epa! Não é bem assim, não. Ei! Pára. Pára com esses pulinhos de alegria. Vc pensa que tudo é lindo e o céu tá sempre azul? Tá enganada, queridinha". Daí, quando vc olha pra trás, lá vem aquela avalanche de coisa ruim... FÔDA-SE!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi, eu me formei. Agora eu sou superior a todos vcs, pertencentes a classe do fundamental, do médio e superior incompleto. Já tenho direito a cela especial, por lei. Jesus. Bom, tô muito feliz por ter chegado onde eu cheguei. (Onde foi que eu cheguei, mesmo? Ah!) Caiu a ficha. E nem demorou pra cair. Caiu quando o professor leu a ata: "TCC aprovado, com a nota: dez inteiros." Confesso que... merecidos. (Com créditos especiais ao Arthur, que é um anjo na minha vida e que teve a idéia de me chamar pra fazer esse trabalho medonho e estressante, ao extremo, com ele.) Quando soube do resultado, eu tremi de alívio, satisfação e alegria. E depois, tremi um pouco mais, de expectativa. "E agora?". E agora, ainda me pergunto "e agora?". E agora eu tô cheia de vida e com tanta informação na cabeça e tantas vontades, que eu me perco e não consigo me achar. Mas, antes o excesso à falta. É só organizar a bagunça. Certo? Às vezes eu me canso de tentar organizar, mas eu tento...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-1188630750518881218?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2009/04/ainda-vivo.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-6407877429014945800</guid><pubDate>Sun, 01 Feb 2009 00:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-31T16:59:22.008-08:00</atom:updated><title>dai-me paciência!</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Falta paciência, pra praticamente tudo e praticamente em todo o tempo. Me falta disposição até pra falar com as pessoas e quando bate a vontade de conversar com alguém, parece que todos resolvem sumir do mapa. Daí, em pleno sábado, quando não há ninguém em casa, só eu e eu mesma, entro no msn, pra ver se alguma alma caridosa quer me fazer companhia e falar sobre qualquer coisa, qualquer assunto, só pra passar o tempo, eis que não encontro ninguém interessante e me deparo logo com coisas do tipo "&lt;?xml:namespace prefix = text-decoration /&gt;&lt;text-decoration:underline&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Ivete Sangalo-Piriripompom-Problemática-So As Cabeças(ao vivo FDV-2007&lt;/span&gt;" e "&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Meu anjo lindo - Cavaleiros do forró Vol.07&lt;/span&gt; "... Não há nada mais broxante, neste momento, com todo respeito aos que curtem, claro.&lt;br /&gt;A maleta com dinheiros que eu tanto desejo, e que pedi na virada pra este ano, ainda não caiu aos meus pés. Então, eu fico aqui, nessa morgação que parece não ter fim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/text-decoration:underline&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-6407877429014945800?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2009/01/falta-paciencia-pra-praticamente-tudo-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-567681614049210344</guid><pubDate>Thu, 25 Dec 2008 23:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-25T10:43:38.160-08:00</atom:updated><title>é Natal!</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Hoje eu acordei e minha mãe estava ouvindo umas musiquinhas natalinas bem chatas, cantando junto e tudo mais. Definitivamente, minha mãe é doida. Já disse isso, né?&lt;br /&gt;Eu não liguei pra ninguém até agora. Sabe... por causa do Natal. Nem liguei&lt;/s&gt; &lt;s&gt;nem vou ligar&lt;/s&gt;&lt;/s&gt; e nem atendi ligação, não foi por maldade, é que eu estava dormindo. Nem sei o que dizer nessa data. Ontem o jantar foi normal aqui em casa; meus pais foram pra igreja, e, quando chegaram, algumas pessoas vieram, fiquei vendo tv com meu irmão, enquanto estavam na varanda conversando e comendo. Até que começou a missa lá e eu fui deitar, porque dá bastante soninho. Fiquei pensando "cara, &lt;s&gt;cadê meu carro?&lt;/s&gt; o Natal é muito louco". As pessoas comemoram uma coisa que nem fazem idéia do que seja. Festejam por festejar, talvez porque acham que merecem uma comemoração especial pra compensar o ano estressante que tiveram, por tradição, por zoação, pra vestir roupa nova, pra comer peru... Não por acreditarem em alguma coisa. Porque é tudo lindo nessa data querida, mas e o restante do ano? O Natal é lindo, minha gente. Porque famílias se esbofeteiam durante todo o ano, e, no Natal, percebem o quando o amor e a união são importantes. Uma data tão iluminada, né? Não tenho preconceitos contra quem faz aquele festejo todo. Mas que as pessoas são contraditórias, isso são... eu mesma sou. Ontem eu estava vendo tv, um programa local, e passou uma mulher toda chorosa, falando que, nesta data, as pessoas deveriam dizer o quanto amam as outras; ligar, dar um presente bacana, dar um abraço... Olha que louco, você passa o ano todo sem nem olhar decentemente pra cara do outro, sem dizer uma palavra de afeto, sem dar um único abraço verdadeiro que for, um beijo, sem fazer uma ligação... mas, daí, o Natal é a data pra se fazer isso, certo? Sim, é. Amar e comer peru muito feliz. Ah, e tirar fotos pra pôr no orkut também.&lt;br /&gt;Hum, e também tem o bendito amigo secreto. Sabe que eu até acho essa parte legal? Na maioria das vezes, é até divertido. Mas sempre tem aquela coisa de "ah, meu, dei um presente caro do caramba e ganhei ISSO?". Uma coisa eu aprendi: se você está na chuva, é pra se molhar, ou seja, entrou no amigo secreto? Corre o risco de ganhar uma xícara roxa, juntamente com um pires vermelho. Então, se é pra participar, entra no espírito esportivo.&lt;br /&gt;Esse ano eu estava a fim de participar do possível amigo secreto que imaginei acontecer, lá da minha turma da universidade, mas inventaram de ser só com artigos de sex shop. Pô, é Natal, e o povo vem com "artigos de sex shop"; calcinhas comestíveis, vibradores, lingeries de oncinha... Tudo pelo bom humor, né? Mas o amigo secreto não vingou, e a gente ficou só na confraternização, que, por sinal, foi ótima. Nós fomos tirar fotos no estúdio, pra os convites de formatura. Momentos super hilários. Depois, fomos pra um barzinho. Melhor, fomos abrir o bar. Pessoas chorando, aquele blábláblá todo, cerveja, muita cerveja, pessoas bêbadas e etc. Mais pessoas chorando, revelações, promessas... Ai,ai! Isso foi bom de verdade. E eu gosto do pessoal. Aliás, gosto MUITO. Muito mesmo.&lt;br /&gt;Últimos dias de 2008, e confesso que estou um pouco ansiosa pelo que me espera ano que vem, sé é que algo me espera. Não, não... Algo bom me espera, eu sinto. Nada melhor do que um pouco de otimismo! Ultimamente me sinto até bem animada, e esperançosa, sei lá, não sei se isso é o espírito de final de ano... hahaha. Bom, no reveillon está tudo certo pra eu ir pra casa de uma amiga, ficar lá e depois ir pra praia encontrar com mais pessoas, pular as sete ondinhas, jogar oferendas à Iemanjá... Ok, ok... Essa última parte não procede. Encontrarei com pessoas e o resto... É 2009, veremos! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-567681614049210344?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/12/hoje-eu-acordei-e-minha-me-estava.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-1500910603431327400</guid><pubDate>Sun, 14 Dec 2008 04:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-15T16:16:18.725-08:00</atom:updated><title>luar</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;" &gt;Assim, eu estava lembrando de um garoto que estudou no mesmo bloco que eu. Ele entrou lá ainda esse ano, transferido de outra faculdade. Provável futuro jornalista. Logo em seguida, eu soube que começou a namorar (ou alguma coisa desse tipo) com uma garota do curso dele. Nunca tivemos nenhum tipo de aproximação, a gente só se esbarrava nos corredores algumas vezes, no laboratório de informática, como com outras pessoas. Normal. Pra falar a verdade, eu nem o notava direito, só percebia que era alguém novo por lá. Daí, sabe aqueles dias que você começa a perceber algo que já estava por perto há muito tempo, só que não prestava atenção? Foi assim, me deu um *plim* e eu vi como ele era lindo. Bom, todo mundo sabia que ele era bonito, uma amiga minha também, com toda intenção. Com o tempo, ela começou a ficar obcecada, por assim dizer, não coisa doentia, hilário, até meio platônica. Ela disse que até o final do ano conseguiria alguma coisa com ele, nem que fosse uma proposta indecente na cara de pau. Pensei que poderia dar certo. Sabe como é, né? Ele não estava mais namorando com aquela garota, mas parece que tinha outra na área (na verdade, até hoje não sei se isso procede). Pra completar, soubemos que ele procurava a garota dos sonhos. Sei lá se existe, e sei lá quais os sonhos dele, e sei lá se essa informação também procedia. Mas cogitamos que pudesse ser verdade... Então, nada de álcool, entorpecentes, alucinógenos, unhas pintadas de vermelho, marquinha de biquíni, calcinha fio dental, promiscuidade... Essas coisas ferem a reputação de uma garota, e ele queria uma “certinha”, foi o que chegou aos meus ouvidos. Não que eu tivesse acreditado 100%, boatos são sempre boatos, alguma coisa sempre chega deturpada. Nas festas ele bebia água (e tirava fotos com todo o seu profissionalismo... hahaha)... E a amiga perdendo pontos. Em nenhum momento ele deu abertura pra que ela falasse de uma vez que “só dependia dele”. Era sempre simpático, mas uma incógnita, o que o deixava ainda mais interessante. Pessoas muito óbvias acabam cansando mais rápido, é o que dizem. O engraçado é que parecia estar em todos os lugares do bloco. Lógico que ele percebia as risadinhas e os olhares. Mas nada, o ano letivo terminou sem que ela, ao menos, o tocasse. No máximo, trocou algumas palavras, tipo, ele pedir licença pra passar pela porta, e ela responder “com toda”, cheia de malícia, e conseguir um sorriso dele. Nada sobre “nossa gueixa”. Talvez seja gay (ou não), uma conclusão que não tem a ver com o fato de ele não ter nem piscado com malícia pra ela. Enfim, é apenas um cara.&lt;br /&gt;Vou sentir falta de ouvir, ou falar “cadê o ‘Luar’ pra embelezar nosso dia?” ou simplesmente “Eita Raul gostoso!”.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;" &gt;Observação: Ele não morreu, é que o meu curso acabou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-1500910603431327400?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/12/luar.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-6888090957099299116</guid><pubDate>Tue, 02 Dec 2008 17:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-15T16:40:36.144-08:00</atom:updated><title>status: Volto logo</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#000000;"&gt;Alguém faz a caridade de me doar um novo computador? Agradeço desde já.&lt;br /&gt;Quando pensei que o problema estava finalmente resolvido... Puff! Ele pifa de novo. Justamente quando me deu vontade de postar alguma coisa aqui... E estava eu, digitando, quando sinto alguma coisa praticamente pegando fogo. Alegria de pobre dura pouco, né?&lt;br /&gt;Bom, a verdade é que eu não tenho o que fazer no momento, e estou na universidade. Hoje é o último dia de aula, inclusive. Pra fechar com chave de ouro, tem a apresentação de um seminário (coisa que eu mais amo nessa vida. Mais seminários, por favor!), daqui umas horinhas.&lt;br /&gt;Eu queria fazer uma viagem pra algum lugar bem longe, depois que me formar. Mas creio que não será muito possível, visto que tenho outros planos em primeiro lugar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;"&gt;Mudando sutilmente de assunto... Detesto comprar roupas. Aquela coisa toda de ficar tirando roupa, colocando roupa... Me irrita profundamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-6888090957099299116?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/12/algum-faz-caridade-de-me-doar-um-novo.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-6820476699332758712</guid><pubDate>Sat, 08 Nov 2008 21:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-15T16:40:50.590-08:00</atom:updated><title>pelo que sei, lugar de lixo não é no meio da rua</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#000000;"&gt;Se tem uma coisa que me deixa puta, é quando eu vejo algum idiota jogando lixo no meio da rua. Ontem mesmo, vi um ser jogando lixo pela janela do ônibus. Aí você me diz: oh, grande coisa, Jaqueline... Pois é, só estou falando de ontem, porque foi daí que me deu vontade de desabafar (?) Tipo, quase todos os dias eu vejo gente, que se diz gente, jogando lixo pelas janelas de ônibus, de carros, de carroças, de bicicletas, de jeguinhos, de aviões... Ok, de avião ainda não presenciei, mas daqui uns dias estou vendo uma jaca vinda do céu, se espatifando no chão...&lt;br /&gt;O que é que adianta, a prefeitura investir na limpeza da cidade, se idiotas insistem em mantê-la como se fosse uma pocilga? Não há nada que justifique esse tipo de atitude... Falta de educação? De instrução? Pobreza? Desemprego? Analfabetismo? Fome? Afinal, hoje em dia, pra tudo se tem uma justificativa que esteja relacionada às mazelas sociais. Pra mim, é falta de noção. Grande parte das pessoas, tem acesso à informação, não se admite que você beba uma cerveja, e logo em seguida jogue a lata no meio do asfalto, Isso é um péssimo costume que certas pessoas têm, um hábito que é adotado desde cedo... Um moleque que está comendo pipoca no colo da mãe, pergunta onde joga a embalagem e ela diz “Sacode pela janela, bebê!”, vai crescer com isso, a não ser que tome consciência do que não se deve fazer.&lt;br /&gt;Não estou querendo bancar a defensora do meio ambiente, não estou querendo que as pessoas saiam abraçando árvores por aí. Na verdade, não estou querendo nada, mesmo se quisesse, não mudaria grande coisa. Tá, eu quero dizer que dá nojinho de pessoas que jogam papel, plástico, roupas, camisinhas, pilhas, bitucas de cigarro, cabeças de Barbies... o escambal no meio da rua... Povo porco, que finge esquecer que estão sujando o próprio lugar onde vive.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-6820476699332758712?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/11/pelo-que-sei-lugar-de-lixo-no-no-meio.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>10</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-5131343945238256740</guid><pubDate>Sat, 01 Nov 2008 20:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-15T16:43:44.934-08:00</atom:updated><title>momento</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#000000;"&gt;E estávamos lá, sentados, olhando um para o outro... E eu pensava "Será que é terráqueo?", "Será que se eu tocar, ele vai evaporar e me deixar sem saber o que fazer, com cara de bunda?". E eu ainda pensava "Fala mais, fala mais!", porque, quando ele falava, a sensação de que tudo aquilo não passava de uma alucinação, era bem menor. Mas a voz dele também parecia ser coisa de outro plano, e era tão natural, tão masculina, tão doce. Falava olhando diretamente para mim, não piscava, nada mais tinha importância, e, de repente, ele olhava para qualquer lugar, como se tivesse batido uma timidez que não sabia como disfarçar, nem controlar. E eu também olhava para outro lugar, que não fosse em sua direção (o que era quase que impossível), mas não conseguia fazer por muito tempo, então, olhava para ele, e ele voltava a olhar para mim, calado, a timidez indo embora. E eu pensava "Fala, fala, por favor". Parece que ouvia meus pensamentos, porque, logo em seguida, ele ria, e mostrava a covinha no canto da boca, que o deixava mais distante dos simples terráqueos. Não era uma simples covinha. Sim, era uma simples covinha, mas uma covinha especial. E ele falava do que mais gostava na vida, das coisas que admirava... E eu o achava tão lindo, me contando tudo aquilo. Ele era lindo. Aí, eu não quis mais sequer encostar nele, pra não correr o risco. Mas se eu não o visse nunca mais?&lt;br /&gt;Ele mexia as pernas, e os braços de um jeito... Eu observava tudo. O cabelo bagunçado, os olhos que pareciam ter vida própria, o nariz, os dentes quase pequenos, o sorriso... As caras e bocas que ele fazia para retribuir as minhas caras e bocas, feitas quando ele dizia algo engraçado. Aí, eu perguntei, pela primeira vez desde que o tinha visto: você é daqui? Ele balançou a cabeça que não. E me disse: você também não é daqui, sou do mesmo lugar que você é. Isso não faz diferença para nós. Foi aí que eu entendi e falei: você é um et! Ele falou que poderia ser, se assim eu desejasse. Então ele era um et. O et mais lindo de todos. "Você é meu et", eu disse. "Você também é minha", ele disse. E rimos muito, porque era bom fantasiar tudo aquilo com ele. Não conseguíamos parar de rir. Até que eu propus olharmos um para o outro, e ver quem iria rir primeiro, isso indicaria o perdedor. Quem perdesse viraria humano. Ele me olhou por alguns segundos, calado, como se não quisesse me perder, como se não quisesse ficar só. Eu o olhei por minutos, sem me mover, fiquei minutos sem pensar em mais nada, além de que ele era tão lindo. Tudo nele era. Ele me olhou por horas, muitas horas, sem parar. Me fazia carinho, só de olhar, eu também. E, por vezes, achei que eu era ele, me sentia maravilhosamente bem, ele também deve ter sentido o mesmo. A noite foi passando, o dia clareando e eu comecei a ver um pontinho em sua testa. O pontinho foi aumentando, aumentando ao poucos... quando me dei por conta, aquele pontinho tinha se transformado num sinal, uma bola verde, como num semáforo. E eu sorri, foi só um sorriso. Ele também sorriu para mim, com aquela covinha, e os dentes quase pequenos, o sorriso mais lindo. O ser mais lindo que eu havia visto. Aquele sinal verde e iluminado... Eu era humana, e ele me abduziu. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#000000;"&gt;*&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#000000;"&gt;Acordei, sem aquele velho mau humor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-5131343945238256740?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/11/momento.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-6024341084931061882</guid><pubDate>Wed, 29 Oct 2008 02:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-15T16:41:25.454-08:00</atom:updated><title>este é um lado</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#000000;"&gt;Ver, conhecer, não se prender. Aproveitar. Não ir à lugares que não se quer ir. Nem conhecer pessoas que não interessam. Não ouvir o que não quer. Não ter que entender. Não ter que dar satisfação. Não atender ligação por obrigação. Nem perder noites pensando se alguma coisa está fora do lugar. Ir onde quiser, com quem quiser, fazer o que quiser, até quando quiser. Não fazer sacrifícios que possam causar arrependimentos futuros. Ver, conhecer, saber a hora certa.&lt;br /&gt;Qualquer um, qualquer hora, qualquer lugar, qualquer coisa nem sempre valem a pena.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-6024341084931061882?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/10/este-um-lado.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-1943527575637292780</guid><pubDate>Wed, 24 Sep 2008 18:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-15T16:42:02.977-08:00</atom:updated><title>a grama do vizinho blá, blá, blá</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#000000;"&gt;Tava pensando nisso ontem... Não sei se as pessoas acham que a grama do jardim do vizinho é sempre a mais verde porque o vizinho faz questão de mostrar isso, mesmo que a grama seja falsificada, só pelo prazer de ver o outro se contorcendo de raiva e inveja por não ter uma igual, ou se as pessoas que nunca se contentam com o que tem.&lt;br /&gt;Ontem veio uma garota que eu conheço, comentar que não sabia o que tava havendo com ela, pra tá quatro anos na faculdade e não ter arranjado o sapato velho pro seu pé chulezento e descalço. Eu fiquei observando, observando, observando ela falar... Não que tivesse me interessando tanto, porque esse tipo de papo é um saco mesmo, ficar se lamentando porque não tem namorado... argh! Bom, mas o fato é que eu viajo mesmo na maionese; sério, pensei que a guria era maior pegadora, tudo bem que ela tava falando de namorar e não de dar uns pegas, mas sei lá, pela conversa deprimente dela, e pela cara de cadela abandonada, senti que nem de uns pegas a coitada usufrui. Posso estar enganada. A questão é que daí já dá pra imaginar a conversa, né? Que todo mundo tem seu chameguinho/amorzinho/benzinho/tchutchuquinho/qualquercoisa-inho menos ela. Blá, blá, blá. Sabe, aquela coisa toda de Maria do Bairro piorada 10 vezes. Sério, vi a hora de ela chorar. Mas eu não tava só não, tinha mais outra amiga minha no momento, ouvindo o desabafo. “Ah, pô, esquece isso”, com meu complemento “nem tô a fim de ouvir esses papos”, o papo realmente morreu.&lt;br /&gt;Aposto que ela tem as miguxas que têm seus namorados, que as levam pra o cinema e tomar sorvete no shopping. Que as ligam de madrugada pra falar besteira, que passam meia hora pra desligar. Que são resgatadas da faculdade. Que não ligam mais pras festinhas promíscuas. Que ganham presentinho de 1 mês de namoro. Que quando os namoradinhos viajam sozinhos, não saem de casa e olham para o céu e começam a chorar, quando vêem a estrela mais brilhante lá em cima. Que acham aquela música do James Blunt super fofa. Que só falam no &lt;s&gt;desgraçado&lt;/s&gt; tchutchuquinho. Que têm com quem comemorar selvagemente o dia do sexo, etc. É, aposto que ela pensa em tudo isso e depois começa a achar que é uma esquecida no mundo, uma “desinteressante”, como ela mesma falou, e tal. Talvez até seja, vai saber, né? Mas pra quê ficar se comparando com todo mundo que tem namorado? Sei lá. Deprimente.&lt;br /&gt;Às vezes, aquele namoro que parece ser a coisa maix *PeRfEcT* do mundo nem é isso tudo. Aquela família que parece ser a melhor do mundo, é apenas uma família normal, com todos os perrengues que a maioria tem. O carinha lindo que a amiga tá pegando, é um mala e beija mal pra caramba. O emprego do fulano só o faz infeliz... E tem gente que ainda insiste em ficar baseando a própria felicidade que não tem, na felicidade duvidosa dos outros.&lt;br /&gt;Algumas vezes me pego pensando em alguma coisa do tipo “poxa, fulano, que é fulano, tem e eu não... por quê?”. Não que seja completamente negativo, mas quando passa de certo limite, isso começa a fazer mal. Lógico que muitas gramas são mais verdes que a do meu jardim, mas a minha pode ser igualmente verde ou mais. Em vez que eu ficar olhando a do outro, ganho muito mais fazendo o meu. Levando minha vida, sem ficar me deprimindo “porque os outros isso e aquilo”. É como aquela sábia frase da Gang do Samba: xô xuá, cada macaco no seu galho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-1943527575637292780?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/09/grama-do-vizinho-bl-bl-bl.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-4856674564483860463</guid><pubDate>Fri, 19 Sep 2008 18:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-15T16:37:17.689-08:00</atom:updated><title>saco cheio</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#000000;"&gt;É incrível a necessidade que os pais (me refiro a pai, não minha mãe, deixar-lhe-ei de lado) têm de descer a lenha nos filhos. Quando vc imagina que tá tudo numa boa, eles inventam alguma coisa suficientemente idiota que seja capaz de fazer a casa pegar fogo. Não sei se é assim com todo mundo que mora que os pais, também não procuro saber, a minha experiência em relação a isso já me tira do sério o bastante.&lt;br /&gt;As pessoas gostam de implicar por bobagem, depois ficam reclamando da vida.&lt;br /&gt;Apesar de eu saber que não fazia mais que minha obrigação, tava me sentindo o último real do saldo disponível para saque, já que passei duas semanas cuidando da minha mãe por causa de uma cirurgia que ela fez, cuidando da casa, me virando... Fiz o que pude... Mas o que acontece? Do nada, meu paizinho querido surta e começa a passar tudo na cara; diz que vou ficar sem internet, que vai quebrar o computador e o escambau. Por que isso? Porque ele não sabe enxergar que ninguém tem a ver com a sua falta de controle emocional, e por ele não saber pegar os probleminhas dele, juntá-los com muito carinho, e enfiá-los no... Hehe... E guardá-los só pra ele. Sério, fica descontando a brutalidade nos outros, sacanagem. E ainda acha que eu tenho que dar ouvidos, não mesmo. Me retiro, e deixo falando só. “Ficaí no vácuo, velhão, fuiz”. Mas sempre há de se fazer um drama depois disso, né? “Que é isso, cara? Como ela me diz ‘ok, faça o que quiser, tô indo’ e me deixa falando com as paredes? Absuuudo!” É nisso que dá ficar vendo novela mexicana. Depois quer dar uma de vítima. Poupe-me.&lt;br /&gt;Ficam os cochichos, o climinha chato do caramba, um falando que tá certo e o tá outro errado... E quando tudo volta ao “normal”, ninguém se lembra mais de nada quando tão juntos, mas é só um vacilo e já começa a cachorrada... Interessante, né, minha gente?&lt;br /&gt;Família realmente só presta em fotografia?&lt;br /&gt;Como aturar pais que acham que sempre estão certos, SEMPRE, eu disse SEM-PRE, em qualquer circunstância, pelo fato de serem pais?&lt;br /&gt;Como suportar alguém te dizendo que não quer que tu saia nunca de casa, que quer morar junto para sempre como uma família feliz e sorridente que nem as de comercial de margarina, mas faz de tudo pra vc querer sair dela?&lt;br /&gt;Se eu fosse RBD já teria sumido, caído no mundo, fugido, evaporado. Mas tô usando o cérebro, vamo ver até onde se pode agüentar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-4856674564483860463?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/09/saco-cheio.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-1639394608790986496</guid><pubDate>Tue, 02 Sep 2008 03:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-01T23:35:45.209-07:00</atom:updated><title>suco de laranja</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Eu tava no ônibus, voltando pra casa, totalmente no mundo da lua, tentando imaginar alguma coisa melhor pra distrair minha mente. Então eu lembrei que tinha um livro dentro da bolsa, e que tinha parado numa parte bem interessante. Peguei o livro e, com a cara bem em cima dele, por estar sem óculos e a luz estar fraca, comecei a ler, quando uma mulher que tava ao meu lado passou a mão no meu ombro e sorriu... “não faz isso, mocinha, vc pode prejudicar sua visão”. A última coisa que eu esperava naquela hora e naquele lugar, era alguém estar preocupado se minha “retina poderia deslocar e até causar cegueira, futuramente”. “Eu ia pedir pra vc parar assim que te vi abrir o livro, mas imaginei que quando o ônibus desse partida, vc iria parar, por causa do movimento”. Tudo que eu falei foi “uhum”, e sorri pra ela, como se dissesse “obrigada pela atenção aê, mas...”. Sério, acho que realmente ela se preocupou, sei lá, pra puxar assunto é que não foi, porque logo depois que disse “eu sei que a leitura tava boa, eu percebi, mas guarda pra ler quando chegar em casa, tá? É melhor!”, não falou mais nada. Simplesmente marquei onde tinha parado e fechei o livro, não li mais uma palavra. Eu poderia ter dito que, apesar de ter se importado, ela não precisava se preocupar, que iria continuar lendo numa boa ali mesmo. Mas me sensibilizei, eu tenho coração, tá? Só não chorei. E olha que tava até meio emotiva, hein?&lt;br /&gt;Um desconhecida se importou comigo, gente? Que lindo, né?!&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Vontade de tomar suco de laranja, agora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-1639394608790986496?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/09/suco-de-laranja.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>11</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-3533954359613068430</guid><pubDate>Wed, 20 Aug 2008 06:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-16T12:56:59.367-07:00</atom:updated><title>lerê... lerê...</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;A cada dia que passa a tendência é acordar mais cedo. Pra quem ia dormir 5 da manhã (ou mais) e hoje acordar nesse exato horário, é uma grande evolução. A semana começou segunda e, de lá pra cá, já consigo me sentir uma trabalhadora, que acorda às 5 da madruga pra pegar no pesado e trabalhar que nem burro de carga. Sem tempo de comer direito durante o dia. Chegar em casa esfomeada, tomar banho (se bem que forças pra tomar banho tá uma coisa séria), e depois capotar na cama. E sabe o que é mais interessante disso? É que eu não tô trabalhando. Isso tudo é pra resolver umas coisas minhas e daí emendar com a faculdade e tchum, quando vou ver, já tá de noitinha. Tô morta.&lt;br /&gt;Mesmo assim, sinto que os dias tão meio vazios, eu sempre sinto falta de alguma coisa. De repente, vejo que tudo tá sem graça, que as pessoas tão cansadas, e querem ir pra casa, fazer o mesmo que eu. Mas é bom, é ruim mas é bom, ver um monte de gente no meio da rua, e não falar com nenhuma delas, andar sozinha, sem falar com ninguém, adoro isso. Aí, de repente, eu sinto falta de andar com alguém do lado. Conversar, sobre qualquer coisa, qualquer idiotice. Vou pra faculdade, e vejo meus amigos, e é a melhor parte do dia. Falo e dou risada até a barriga doer. Aí, de repente, eu quero passar quase duas horas no caminho de casa sem falar com ninguém. E de repente, eu quero parar, e não ir pra casa. De repente. Tudo acontece de repente. Vontades loucas que vêm de repente. Dias chatos que, de repente, ficam bons, e dias bons, que, de repente, ficam chatos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-3533954359613068430?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/08/ler-ler.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-221077945938735740</guid><pubDate>Tue, 05 Aug 2008 21:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-05T19:32:48.723-07:00</atom:updated><title>intimidade é uma merda</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Começa com aquela simpatia empolgada. Prestação de favores. Agradozinho pra lá, agradozinho pra cá. “Boas” conversas. E quando vê, já tá entrando na tua casa sem pedir licença, sem noção de incômodo e inconveniência.&lt;br /&gt;Tem gente que quando pega intimidade, ou &lt;strong&gt;acha&lt;/strong&gt; que já tem toda a intimidade, abusa e irrita. Não sabe a hora de aparecer sem parecer ser chato. Não faz idéia de quando vc quer ficar na sua, sem ninguém pra importunar. Vem munida de assuntos cansativos que te entediam. Fala, fala; inclusive, e principalmente, sobre coisas irrelevantes que vc não faz a mínima questão de saber. E depois, faz perguntas idiotas que vc não quer responder. Sempre tá com um sorriso amarelo no rosto. Têm pessoas que são cansativas mesmo. Que não tornam os papos manjados mais interessantes e que falam de coisas dispensáveis como se fosse O assunto. Chega uma hora que sufoca, se quer ter sossego. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Mesmo achando que algumas vezes o bom senso deve ser meio que deixado de lado, ainda acredito fortemente que ele não deve ser esquecido. Pra o bem da nação!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-221077945938735740?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/08/intimidade-uma-merda.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-4329548692831036510</guid><pubDate>Thu, 24 Jul 2008 23:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-24T16:51:30.341-07:00</atom:updated><title>planejar. Pra que?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Nas aulas de planejamento, aprendi (ou deveria ter aprendido) que as pessoas devem traçar metas de vida, planejar a melhor forma de como alcançar um objetivo final. E isso vale até p’ras pequenas coisas. Planejamento desde a programação do que se irá fazer no final de semana, até a idealização de um grande negócio. Daí, visto que vc tem um ideal, e tem em mente como tudo irá se realizar, colocá-lo em prática e ver aquilo acontecer, torna-se quase que uma questão de honra. O que vc conseguir, se conseguir pelo menos 50%, já é lucro. Nem tudo será em vão.&lt;br /&gt;A verdade é que as coisas não dão muito certo quando eu resolvo planejar detalhadamente. Nunca acontece da maneira que planejo. Nunca não, quase nunca. Pensando dessa forma, hoje em dia eu não sou muito de planejar o que vai acontecer comigo. Digo, além da faculdade e... er... e... bom, além das coisas da faculdade, não costumo me programar pra mais nada.&lt;br /&gt;Não vou nem argumentar pra tirar de suas mentes que sou uma completa desorganizada. Pra algumas coisas eu sou mesmo, mas existe gente pior que eu. É, e isso nem importa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-4329548692831036510?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/07/planejar-pra-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>10</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-3016237854146143074</guid><pubDate>Sat, 12 Jul 2008 13:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-12T19:11:32.368-07:00</atom:updated><title>da série: pseudo-diálogos</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;- Não vou mais sair amanhã (sábado). Só domingo.&lt;br /&gt;- Que foi?&lt;br /&gt;- Ela vai sair com o namorado e disse que eu fosse pra lá no domingo. Droga, nem gosto de sair no domingo. Vc gosta?&lt;br /&gt;- Frescura. Por mim, eu saía todos os dias. É um dia normal. Ah, seu eu pudeeesse... E outra, o que vc faz no domingo? Parece até que só vive com a agenda cheia de compromissos. Me poupe.&lt;br /&gt;- Eu gosto de ficar em casa dia de domingo, só isso.&lt;br /&gt;- Fazendo?&lt;br /&gt;- Nada.&lt;br /&gt;- Então...&lt;br /&gt;- Mas eu vou. Já disse que ia... Droga!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cara, que saco, viu? Quero que esses dias passem logo. Rápido! Domingo, segunda, terça... Tô meio de saco cheio de não fazer nada. Bem que eu disse que essas férias tavam prometendo... Ser uma merda.&lt;br /&gt;- Pra que passar logo? Sua vida acaba num instante e ‘tchum’. Qual a graça?&lt;br /&gt;- Sei disso, eu falo de boca pra fora. Esse tédio que me deixa assim. Mas, ao mesmo tempo, acho que gosto. Sei lá. Saco. Agora não quero que o tempo passe logo, não quero morrer. Ouviu, tempo? Não passe rápido!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Vc já reparou que...&lt;br /&gt;- Ah, de novo com isso... Pára com esse drama!&lt;br /&gt;- Hein? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Hm, aprendi a ser assim por aí... Já parei.&lt;br /&gt;Ah, te disse que a festa de formatura, provavelmente, vai ser em maio, né?&lt;br /&gt;- Uhum.&lt;br /&gt;- Não vejo a hora de me esbaldar. Me jogar pelada na piscina e tal. (provocando)&lt;br /&gt;- Aham. A menos que esteja bêbada ou possuída. Sóbria, nunquinha que vc faz isso.&lt;br /&gt;- Pra isso existe o álcool.&lt;br /&gt;- Sei...&lt;br /&gt;- Sabe nada...&lt;br /&gt;- Lembre-se: vc ainda tem uma vida toda ela frente. Logo depois que se formar... Minha filha, uma relações públicas...&lt;br /&gt;- Que?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Sim. E eu não vou deixar de ter minha vida, se pular pelada na piscina. Ou vou?&lt;br /&gt;- Supondo que vc pode beber, ficar bêbada, tirar a roupa, ir pra beira da piscina, se desequilibrar na borda, escorregar, bater com a cabeça e morrer... É uma possibilidade.&lt;br /&gt;- Por que vc tem que ser tão catastrófica?&lt;br /&gt;- Uma possibilidade...&lt;br /&gt;- Tá.&lt;br /&gt;- Mas lógico que eu não quero que isso aconteça. Meu Deus, nem era pra ter falado isso. Eu morro!&lt;br /&gt;- Tá. Menos, mãe. E pára de se mexer, vou terminar queimando sua cabeça com esse secador...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-3016237854146143074?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/07/da-srie-pseudo-dilogos.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-3398865547733647158</guid><pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-08T12:50:01.507-07:00</atom:updated><title>os nerds também amam</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;E eu estava aqui no meu canto, ouvindo minhas músicas, tomando meu leite com Toddy e espantando mosquitos, curtindo minhas férias, sabe? Momento pra &lt;strong&gt;não&lt;/strong&gt; pensar em coisas de faculdade, mas foi inevitável, eu pensei! Porém, não foi bem sobre estudos e tal... Mas sobre um garoto lá da minha turma. Não, eu não estou gamadinha nele. Ele que está gamado numa amiga minha, e me pediu ajuda no processo de conquista, entende?&lt;br /&gt;Ele é do tipo de cara... Ah! Vou ser direta; nerd, ele é um NERD. Não quero ser pejorativa, mas, ele é nerd, ué! Bom, ele é assim... Sabe aquele estereótipo de garoto nerd da faculdade que todos dão risada quando o vêem dançando numa festa? Anda, fala e gesticula estranhamente. Pois bem, ele é o mais “cabeça” da turma (o que não significa dizer, necessariamente, que é o mais inteligente, até por que... deixa pra lá!), que pega mais livros na biblioteca, que faz todos os trabalhos uma semana antes do dia marcado pra entrega, bolsista de projetos dos grandes professores do curso, e ainda por cima é engajado na política dos movimentos estudantis. Sempre pontual e disposto a ajudar quem precisa. O tipo de carinha que faz aquela perguntinha inconveniente no final da aula, quando todos estão loucos pra dar o fora, hmm, e que faz pergunta quando um grupo acaba de apresentar algum trabalho e está todo mundo tenso. Dia desses, teve prova: “elaborar um projeto comunitário em sala de aula”, em dupla, com quem eu fiz? Cheguei atrasada e ele estava sem parceiro. Prova de um dos professores mais exigentes, mas quanto a gente tirou? Dez.&lt;br /&gt;Ele é nerd e ela é “Paty”.&lt;br /&gt;Mais desencanada com estudo. Desorganizada. Só entrega trabalhos e faz prova quando o professor dá a última chance e olhe lá. Quando está em apuros, recorre a ele, já que, como eu disse, sempre está disposto, imagina pra ela... Ela pede favores que só um X-man teria a capacidade de fazer, ou menlhor, só todos os X-mans unidos fariam. Mas ele se transforma n’um, e faz NA HORA. Nunca é pontual, eu disse &lt;strong&gt;nunca&lt;/strong&gt;. Apresenta trabalho sem nem saber direito do que se trata o assunto. Do tipo que me chama de “miga”, adora sair e curte um axé.&lt;br /&gt;Quando ele veio me falar que gostava dela há quase quatro anos, já não era novidade pra mim. Falou, falou e pediu ajuda, além de me pedir segredo.&lt;br /&gt;Eu contei pra ela. Contei mesmo. Primeiro porque ela já desconfiava. Segundo porque ele está a fim da garota há &lt;strong&gt;quatro&lt;/strong&gt; anos, praticamente, servindo de “amigo anjo da guarda” como ela mesma diz. Terceiro, porque eu fiquei a fim de contar e manter segredo não vai ajudar em grandes coisas. Sabe a reação dela quando eu disse...? Er... “kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk” [/risadadeaxezeirae/oupagodeira], e sabe o que eu respondi? “kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk”[/risadapraentrarnoclimapagodenalaje]. “Ai, Jaqueee, migaa, pára vai, depois daquela &lt;a href="http://allancampos.files.wordpress.com/2008/04/sergio_malandro.jpg"&gt;Pegadinha do Mallandro&lt;/a&gt; (ráááá) que vc me passou dizendo que viu uns papéis nas coisas de sua mãe e descobriu que era adotada eu não acredito muito facilmente em vc.”. “Oi?”. “Pááraaa!”.&lt;br /&gt;Quer saber? Acho que ele não tem chance (pra não dizer que aposto todas as fichas em que ele ficará a ver navios. Aposto, cara, se ele ganhar pelo menos um selinho da Hebe dela, eu passo a escrever conto erótico, juro!)... A não ser que eu esteja presenciando uma daquelas histórias de filme americano adolescente. Sei que não é o caso. E não terei sucesso como cupido.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:78%;"&gt;Era pra eu estar indo ver Hancock, neste exato momento, ok? Mas não, a preguiça se apossou do meu ser. Amanhã eu vou, juro que vou!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-3398865547733647158?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/07/os-nerds-tambm-amam.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>11</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-6531800984898723387</guid><pubDate>Tue, 01 Jul 2008 13:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-01T07:17:39.374-07:00</atom:updated><title>demonstrar interesse, como faz?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Demonstrar interesse, &lt;em&gt;coom fäs&lt;/em&gt;? Hein?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Eu sou aquele tipo de pessoa que não sabe demonstrar interesse. Não que eu nunca me interesse por coisas ou pessoas, veja bem; eu não sei &lt;strong&gt;demonstrar&lt;/strong&gt;, só isso, é diferente. Se existisse curso preparatório para pessoas demonstrarem seus interesses na medida certa e no momento certo, certeza que eu me matricularia.&lt;br /&gt;Assim, por coisas é mais fácil, bem mais fácil, por sinal, por gente é mais complicado, já que não dá pra saber o que se passa na cabeça do o outro. Ou pareço interessada demais ou totalmente desligada. Na maioria das vezes demonstro pouco. E, tipo, isso é ruim, porque parece que vc não tem atitude, sabe? Luto pra que isso mude um pouco. Certo que algumas pessoas já percebem quando eu tô muito interessada ou nem aí pra algumas coisas. Mas, se eu conheço alguém legal numa festa, ou em outra situação, provavelmente nem vou perguntar onde posso encontrá-lo depois dalí.&lt;br /&gt;Quer saber de uma coisa? Acho isso meio idiota, meio não, acho bem idiota (&lt;em&gt;isso o quê?&lt;/em&gt; Isso tudo que tô falando). Mas assim, só pra dar exemplo, sei de uns amigos que levam pé na bunda por serem pegajosos; ligar demais, procurar demais, falar demais... e essas coisas. Pecar pelo excesso é melhor? Acho que mesmo que eu quisesse, não conseguiria ser assim. Têm vezes que bate vontade de ligar pra alguém umas 25565465446 vezes no dia, e depois ter ódio porque a pessoa te fez ficar 25 horas no telefone e a orelha esquentou, mas não dá, eu não consigo, pode ser pra qualquer pessoa, e não é pra ficar na defensiva não. Sabe aquelas cenas de novela em que o ser tá roendo as unhas pra ligar, aí vai pondo a mãozinha no telefone, em slow... Vai indo, vai indo, vai indo... Quando tecla o primeiro número, dá uma travada e ele põe o telefone no gancho, dramaticamente? Pois é, eu nem faço isso, mas é por aí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Olhando bem, acho que é pra ficar na defensiva sim, mesmo que isso seja meio que coisa do subconsciente, meio egoísta tbm. Ai, ai, um dia eu mudo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-6531800984898723387?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/07/demonstrar-interesse-como-faz.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>12</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-8119950778006740391</guid><pubDate>Wed, 25 Jun 2008 00:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-07T10:23:30.925-07:00</atom:updated><title>complicando o descomplicado</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Tenho o incrível poder de complicar o que pode ser facilmente resolvido, e ser a pessoa mais razoável na hora de resolver alguma coisa, dá pra entender isso? Tipo, eu complico e passo a impressão de que tenho a manha de resolver tudo numa boa. Posso exemplificar isso com uma simples situação, que muitas vezes já me aconteceu, e ainda é um pesadelo até hoje: apresentação de seminário, e eu estou absurdamente nervosa, tá chegando minha vez de falar em frente a professor e dezenas de alunos, tremo mais que vara verde, sôo mais que tampa de chaleira, mas estou com aquela cara de auto-controle, muita confiança, e por dentro estou em pânico e dizendo a mim mesma que eu vou gaguejar, vou ter um surto de Síndrome de Tourrete, vou mandar parar tudo, vou dizer que aquele assunto todo é um saco e sair correndo dalí. Pois bem, no final das contas eu apresento sem grandes seqüelas, e pra quê se espancar por dentro, se, no final, tudo vai dar em nada de mais? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;(...) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Além disso, existem coisas que podem ser resolvidas com duas opções: “sim” ou “não”, mas eu insisto no “talvez”. Acho que o meu “talvez” é quase sempre mais favorável em certos momentos, se vc diz “não”, possibilidades podem morrer ali mesmo, então, pra o caso de um arrependimento, um “talvez” não mata ninguém. Porém, como tudo tem um porém, as coisas também podem complicar, e “não” pode servir como ponto final. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;O título do post deveria ser “complicando o descomplicado e vice-versa”, mas ficaria muito... sei lá. É, gosto de fingir que o complicado é descomplicado, também. Mais ou menos assim: Jaque no meio de um tiroteio, rajadas de metralhadora, entre mortos e feridos, mandando vibes positivas, entoando mantras, dizendo que a vida é linda e que o amor é muito maior que tudo aquilo.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-8119950778006740391?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/06/complicando-o-descomplicado.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-572358582339314905.post-5890510643581568104</guid><pubDate>Wed, 18 Jun 2008 13:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-19T15:05:32.453-07:00</atom:updated><title>traição</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;É de certo que nós não nascemos grudados em ninguém. Todo mundo nasce “livre”. E é assim que continua pelo resto da vida (?). Quero dizer que, com o passar do tempo, as pessoas só tendem a uma maior individualidade. Até que aparecem outras pessoas em suas vidas, as que fazem a diferença; amigos (as), namorados (as)... E isso passa a ser levado em consideração (ou, pelo menos, deveria). A gente sabe que de tantos que nós conhecemos e tal, poucos podem ser considerados como pessoas essenciais. O que eu acho incrível, é a capacidade de o ser humano destruir uma relação de amizade por pura sacanagem. Como se tem coragem de uma garota dar em cima do namorado da amiga, por exemplo? Sério mesmo, é muita bandidagem. Sou tranqüila, sabe? Não gosto de valorizar o que não vale a pena, e acho que a vida não deve ser levada tão a sério, exatamente nesse sentido; de não esquentar a cabeça por qualquer bobagem. Mas até onde vai essa falta de seriedade com as coisas da vida? Pra mim, vai até o limite que cada um pode agüentar... E tá aí um troço que acho de uma cretinice sem tamanho: traição. Ainda continuando com o exemplo da amiga sacana, existem momentos que vc é tentado a fazer certas coisas, mas cair nessa de pegar o namorado da amiga... Não! Acredito na segunda chance (e, igualmente, na exceção), mas digo e repito: isso é imperdoável. Cara, como se confia em alguém depois disso? Eu não conseguiria. Mas, óbvio que existem relacionamentos (amorosos e de amizade) mais abertos, onde uma traição não tem todo esse significado. Conheço muita gente que diz “ah, não vou acabar com tudo por causa de uma aventurazinha sem importância”, parabéns aos de sangue frio, porque, numa dessa, tudo que eu esperaria de mim mesma seria cair fora. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Nós vivemos baseados numa cultura onde um dos principais componentes é a filosofia de que a traição não deve acontecer (apesar de isso não ser tão valorizado hoje em dia), e eu confesso que tenho isso como princípio em mim. Cara, prezo a lealdade. Ser leal com quem se ama é base pra que as coisas caminhem com decência pra um lugar certo. Porque entre o começo e o fim, há o meio, e isso não deve ser esquecido. Se faltou respeito, a coisa vira cachorrada, e podem me chamar de careta, porque, em certos momentos, eu sou mesmo. Odeio a idéia de eu fazer da minha vida um oba-oba e machucar quem eu gosto, colocar tudo a perder... &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Quem trai, trai a si mesmo, joga fora a chance de viver uma história legal, de tá ao lado de pessoas especiais, de ser feliz. Acho que não dói em ninguém viver honestamente, sem mau-caratismo, sem canalhice... Nós temos a escolha de querer o mundo todo, de estar com quem aparecer na nossa frente, qualquer um que nos chame a atenção e der oportunidade, alguém diferente toda semana... Isso quando se está SÓ, sem compromisso. Mas é aquela conversa manjada da minha avó: quem muito quer, (no final das contas) pouco tem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;Cada um tem o direito de fazer a zorra que quiser com sua própria vida; pintar o sete, aloprar, créu velocidade 5, vida lok4... Desde que não prejudique a ninguém (se a pessoa não curtir zoação tbm *de novo com esse repente?*) e agüente as conseqüências, porque passarinho que come pedra (me desculpem aê, mas...) sabe o c* que tem.&lt;br /&gt;Vacilou comigo, eu pego nojinho, não adianta, pego nojinho mesmo. Tem que ter caráter, pô.&lt;br /&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;"Sometimes a man gets carried away, when he feels like he should be having his fun. And much too blind to see the damage he's done. Sometimes a man must awake to find that, really, he has no one..."&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;(Jeff Buckley)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;Antes que surja comentário do tipo “Jaque, relaxa, vai essa passar”; só quis mostrar minha opinião sobre o assunto, só isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Observação para o título que combina com o do post anterior... Tô dizendo que eu nasci para o repente!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/572358582339314905-5890510643581568104?l=ave-struz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ave-struz.blogspot.com/2008/06/traio.html</link><author>noreply@blogger.com (Jaque)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></item></channel></rss>