Sofro de um sério problema que se chama “transtorno bipolar”. Na verdade, não é um caso clinicamente comprovado, mas é assim que defino meu estado de espírito durante as vinte e quatro horas do dia... Bipolar, tripolar, ou seja lá o que for. Não sei o que dá em mim; uma hora eu estou bem, muito bem, feliz com tudo, mesmo sem grandes motivos, mas alegre, bonita, vendo tudo lindo, adorando as pessoas, me sentindo livre e capaz de fazer tudo o que eu quero. Aí, do nada, num passe muito brusco de mágica, lá estou, numa melancolia que nem eu mesma suporto. Levando em consideração o fato de nem eu me agüentar nesta situação, cuido pra que as pessoas não cheguem perto de mim, e não sintam o quando eu estou confusa. O incrível é que, aparentemente, não pareço ser confusa! Dá pra entender? Nem aparento estar tão desconfortável comigo, com tudo. E não forço pra que isso aconteça, é natural. É aquela coisa, o cérebro precisa estar na ativa, preciso rir, ouvir alguém (que não me faça perder a paciência), preciso falar abobrinhas, nada com nada, sei lá, qualquer coisa que deixe meus pensamentos entretidos. Se eu estaciono, senhor, uma alavanche de coisas aparece pra me pirar. Páro, e meus defeitos começam aparecer, tenho consciência deles. Meus medos, minha inseguranças, minhas manias, minhas angústias... Até que tudo serena mais uma vez e, vupt!, começo cobrar muito de mim. Quando não vejo resultados, volta a ansiedade. Óbvio que não penso nisso SEMPRE, ou estaria louca, digo, louca de rasgar dinheiro. Sou tranqüila, a mais tranqüila que conheço, afinal, sei que correr pelada e gritando no meio da rua, não resolve nada (apesar de nunca ter tirado a prova). Vejo que não sou a única assim, só que isso tudo é tão estranho. Como se fosse um conflito de idéias e sentimentos que não consigo dar conta. Às vezes parece que vou explodir.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
o texto a seguir é uma farsa
E aqui vai um balanço da semana passada... ou melhor, das últimas duas semanas. A verdade é que nem grandes coisas aconteceram, só prova na faculdade pra tentar me estressar. Duas semanas sem pc me rederam dois livros devorados. Vi que talvez eu precise sair mais da frente do computador e fazer outras coisas, ou não. Feliz por ter recuperado minhas músicas, mesmo tendo formatado. Mal, com uma dor no estômago que não passa. Tranqüila por tudo parecer estar tranqüilo. Alerta por saber que essa tranqüilidade nunca dura. Ter que estudar tá me deixando nervosa. Sei que é só o começo, visto que o tcc vem aí com tudo e eu que me prepare. Quarta-feira passada, fiz uma prova tranqüila de fazer, mas daquelas que vc tem que dissertar sobre todo o blá, blá, blá repetido trilhões de vezes em sala de aula. Bom que foi em dupla, e deu pra descontrair, principalmente com uma pecinha chamada Aline como companheira (juro que ela falou “coloca sobre isso no blog”... tsc). A gente enrolou, colou, rui, se irritou e saiu uma prova decente, pelo menos a meu ver. Essa vai ser dez, hein? (Seeeeei!) Diferente da que fiz duas semanas atrás... essa foi de ferrar. Vou parar por aqui, porque não vejo mais necessidade de falar como foram minhas duas últimas semanas, foram a mesma coisa se sempre, mesmo.
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Agora poderei visitar mais blogs alheios. Uma coisa que percebi por aí foi que o povo tá se empenhando mesmo em fazer textos mais legais/filosóficos/bonitos/cheiosdecharme/sérios/etc. Isso ae moçada. Eu tbm evoluo à minha maneira. Mentira, nem evoluo.
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Agora poderei visitar mais blogs alheios. Uma coisa que percebi por aí foi que o povo tá se empenhando mesmo em fazer textos mais legais/filosóficos/bonitos/cheiosdecharme/sérios/etc. Isso ae moçada. Eu tbm evoluo à minha maneira. Mentira, nem evoluo.
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E pra vc, Aline, eu mando um HANG LOOSE legal! ihiiiiiiiiiiiiii
terça-feira, 22 de abril de 2008
respondendo...
É com um pouquinho de atraso que vou responder o "questionário" que Macelly passou pra mim. Não vou repassar, mas respondo de super boa vontade. Isso me lembra a 5ª série, eu tinha aquele famoso caderninho . Lá vai.
Eu: sou a ovelha rosa da família e acho que não vou responder o questionário como Macelly espera;
Qualidade: bom humor;
Defeito: mudar de humor muito rápido;
Eu: sou a ovelha rosa da família e acho que não vou responder o questionário como Macelly espera;
Qualidade: bom humor;
Defeito: mudar de humor muito rápido;
Gostas: cheiro de detergente de limão;
Destestas: perder,... quem gosta de fazer média;
Não passas sem: comida;
Pessoas: amigos bobos e minha mãe;
Família: ...
Homem: se eu fosse um, seria O cara;
Mulher: mulher soooofre;
Sorriso: eu sempre dou um sorriso quando escrevo "Paus" no lugar de "Pais" ¬¬;
Perfume: qual eu uso? É segredo (nem é :p)
Carro: adoro e quero um bem lindo;
Carro: adoro e quero um bem lindo;
Paixão: eu tenho umas;
Sexo: é coisa de pervertivos;
Amor: o amor é lindo (juro que foi a primeira coisa que me veio);
Olhos: os meus são castanhos;
Sol: deixa o dia mais bonito pra tirar fotos;
Chuva: tô mudando meu conceito sobre chuva;
Chuva: tô mudando meu conceito sobre chuva;
Mar: posso ver do outro lado da rua;
Livro: adoro ganhar, pena que nem ganho;
Livro: adoro ganhar, pena que nem ganho;
Filme: alguém já viu O Colecionador? Eu não. Mas queria muito.
Música: *.*
Dinheiro: queria ser rica, hahaha;
Música: *.*
Dinheiro: queria ser rica, hahaha;
Animal: quero ter uns três cachorros grandões;
Silêncio: *jaque fica em silêncio*;
Solidão: é ruim;
Flor: hum?
Sinceridade: às vezes, tenho de sobra;
Sonhos: tenho uns que não são impossíveis de se realizar;
Cidade: Maceió;
País: Brasil;
Não vivo sem: ...
Sonhos: tenho uns que não são impossíveis de se realizar;
Cidade: Maceió;
País: Brasil;
Não vivo sem: ...
Nunca deixes de: comer chocolate.
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Ainda tô sem internet. Tava aqui de bob na universidade, esperando o professor chegar, e vim postar rapidinho. Queria ler blogs alheios, mas isso só é legal com tempo e paciência.
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Ainda tô sem internet. Tava aqui de bob na universidade, esperando o professor chegar, e vim postar rapidinho. Queria ler blogs alheios, mas isso só é legal com tempo e paciência.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
dá zero pra ela
Senhor, eu não mereço. Não gosto de ficar me lamentando, mas agora estou. Acabei de fazer uma prova do infernos, de um professor "dumal", o cara é chaaaaaaato, deveras chato. Prova com sete questões, duas deixei em branco, as outras fui na base da enrolação e deus sabe como sou boa nisso. Parecia o Chico Xavier, sentada na carteira (a primeira, de frente pro sujeito), esperando uma luz, mas os deuses da sabedoria estavam todos contra mim. Logo eu, que sou tão legal, merecia uma ajudinha. Ainda bem que existe a bendita reavaliação. Aí sim, me matarei de estudar, quem sabe. Eu sou do bem, mas daria um tiro nele. Ah vai, um tiro não, uma voadora bem estilosa. Fatality nele, o do Liu Kang. Muita raiva.
Pra completar, sexta-feira, tenho um seminário pra apresentar. Odeio profundamente. Já vejo; mãos molhadas de suor, tremedeira e gagueira. Tenho que fazer mil trabalhos e estou sem pc. Belezura. Então, para as pessoas que eu sempre dou uma olhadinha no blog, é esse o motivo da minha ausência.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
eu sou uma boba, muito boba
Eu não costumo me referir a minha melhor amiga, como “minha melhor amiga”, não me perguntem o motivo. Eu apenas não sei. Talvez saiba, mas não consigo explicar. Mesmo que o quisesse. Bom, então eu posso dizer que, uma vez, minha AMIGA me disse: “pra Jaque tudo é besteira”. Senti que foi um “é difícil fazer essa menina achar graça em alguma coisa, viu?”. Pra outra pessoa isso não teria mínimo valor, levando em consideração o tempo que se passou desde que ela falou isso. Mas, até hoje, essa frase é meio ambígua. Não sei que sentido ela tem de verdade. Afinal, ela (amiga) sabe muito bem que nem tudo é besteira, pra mim. Se fosse pra arriscar, eu diria que ela quis dizer que sou uma pessoa muito "seletiva" (talvez?), não dou valor pra muitas bobagens as quais outros dão importância.
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Tirei a prova que precisava pra confirmar o quanto sou bobona. Eu me acho bobalegre. Sério. Hoje eu me senti tão bobinha... Uma outra amiga, que estuda comigo, estava on-line no msn, e eu, simplesmente, fui eufórica contar pra ela uma novidade bombástica. Acreditem, nem vale a pena eu falar, é uma besteira e não fará sentido algum, se eu contar em poucas palavras. Não abalará suas vidas. Bem, tive crises de riso. Ri como uma adolescente louca que acaba de repassar um babado fortíssimo pra "miga" mimada e infantil. No início ela não acreditou... Sabe por quê? Porque costumo inventar histórias malucas pra impressionar e deixá-la com cara de "oooohhhhh". Eu invento, ela cai. Devem pensar:"mas que garota estúpida, mentirosa, boba...". Eu revelo a verdade, logo em seguida, tá? Percebem o quanto sou boba? Hoje, a "fofoca" era real. Liguei pra ela e conversamos durante minutos sem fim, 99% de bobagens.
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É interessante, eu sou a mais "calada" entre as pessoas que estudam comigo. Muita gente me acha séria, quieta, de poucas palavras. Incrível como associam tudo isso à inteligência. Hmmm. Sim, sou bastante reservada. Tímida. Uma timidez que me incomoda. Uma timidez que, talvez, até me deixa mais chata. Parece um escudo. Não coloco os pés fora de casa sem ele. Argh! Minha timidez repele algumas coisas que eu gostaria de fazer. Falar até que não. O que eu falo é suficiente. Não é pouco. É suficiente. Eventualmente, me encontro imensamente feliz por ser assim. Mas, bem, acho que estou fugindo um pouco do que gostaria de dizer... Não tem importância.
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Sabe minha amiga? A que disse que pra mim tudo é besteira? Então, às vezes eu acho que ela não me entende... Normal. Nos conhecemos desde os 12 anos de idade. Têm momentos que estou com ela e não me sinto tão boba. Normal, tbm. Existem pessoas que me travam. E eu não consigo ser eu. Não que eu me torne outra pessoa na frente delas. Eu não me mostro, apenas. E pareço mais chata do que, de fato, sou. As pessoas aqui de casa dizem que sou chata, meu irmão, em especial. Coisa de irmão, né? É o que todos dizem. Minha mãe diz que sou uma fofa, apesar de chata. Ela me acha fofa por que toda vez que ela vai na rua, eu peço pra trazer doce. E fico enchendo o saco e obrigando ela a me dar beijo, quando tá com raiva de mim. E fico cantando pra ela dormir (enquanto me pede pra calar a boca). E etc, etc... Deve ser por isso. Eu já disse que sou boba.
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Talvez, meu lado irônico de ser, esconda, um pouco, toda essa bobagem. Por outro lado, quem me conhece sabe que...
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Ah, acho que nada do que eu disse serviu pra incitar pensamentos do tipo "noooossa, que garota boba". Sei lá. Talvez o post em si, sim. Mas, exemplificar não era bem minha pretensão, acho. Só queria/quero, mesmo, declarar que sou boba, muito boba. Só.
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Tirei a prova que precisava pra confirmar o quanto sou bobona. Eu me acho bobalegre. Sério. Hoje eu me senti tão bobinha... Uma outra amiga, que estuda comigo, estava on-line no msn, e eu, simplesmente, fui eufórica contar pra ela uma novidade bombástica. Acreditem, nem vale a pena eu falar, é uma besteira e não fará sentido algum, se eu contar em poucas palavras. Não abalará suas vidas. Bem, tive crises de riso. Ri como uma adolescente louca que acaba de repassar um babado fortíssimo pra "miga" mimada e infantil. No início ela não acreditou... Sabe por quê? Porque costumo inventar histórias malucas pra impressionar e deixá-la com cara de "oooohhhhh". Eu invento, ela cai. Devem pensar:"mas que garota estúpida, mentirosa, boba...". Eu revelo a verdade, logo em seguida, tá? Percebem o quanto sou boba? Hoje, a "fofoca" era real. Liguei pra ela e conversamos durante minutos sem fim, 99% de bobagens.
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É interessante, eu sou a mais "calada" entre as pessoas que estudam comigo. Muita gente me acha séria, quieta, de poucas palavras. Incrível como associam tudo isso à inteligência. Hmmm. Sim, sou bastante reservada. Tímida. Uma timidez que me incomoda. Uma timidez que, talvez, até me deixa mais chata. Parece um escudo. Não coloco os pés fora de casa sem ele. Argh! Minha timidez repele algumas coisas que eu gostaria de fazer. Falar até que não. O que eu falo é suficiente. Não é pouco. É suficiente. Eventualmente, me encontro imensamente feliz por ser assim. Mas, bem, acho que estou fugindo um pouco do que gostaria de dizer... Não tem importância.
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Sabe minha amiga? A que disse que pra mim tudo é besteira? Então, às vezes eu acho que ela não me entende... Normal. Nos conhecemos desde os 12 anos de idade. Têm momentos que estou com ela e não me sinto tão boba. Normal, tbm. Existem pessoas que me travam. E eu não consigo ser eu. Não que eu me torne outra pessoa na frente delas. Eu não me mostro, apenas. E pareço mais chata do que, de fato, sou. As pessoas aqui de casa dizem que sou chata, meu irmão, em especial. Coisa de irmão, né? É o que todos dizem. Minha mãe diz que sou uma fofa, apesar de chata. Ela me acha fofa por que toda vez que ela vai na rua, eu peço pra trazer doce. E fico enchendo o saco e obrigando ela a me dar beijo, quando tá com raiva de mim. E fico cantando pra ela dormir (enquanto me pede pra calar a boca). E etc, etc... Deve ser por isso. Eu já disse que sou boba.
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Talvez, meu lado irônico de ser, esconda, um pouco, toda essa bobagem. Por outro lado, quem me conhece sabe que...
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Ah, acho que nada do que eu disse serviu pra incitar pensamentos do tipo "noooossa, que garota boba". Sei lá. Talvez o post em si, sim. Mas, exemplificar não era bem minha pretensão, acho. Só queria/quero, mesmo, declarar que sou boba, muito boba. Só.
Parabéns pra vc, que conseguiu ler até o final, e sobreviveu.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
discípula de Paola Bracho
Já perceberam que a vida é um drama?
Tudo é um drama. Tá, posso estar exagerando ao fazer essa afirmação, mas, exagerar já é um indício de que esse post será dramático. Alerta!
Se as coisas vão mal, as pessoas choram. Se estão no ápice da felicidade, tbm choram, quando relembram de como tudo foi tão sofrido, antes de chegarem a tal estado. Se o namorado traiu, garotas choram, esperneiam, gritam, quebram pratos nas paredes. Se não traiu, ficam matutando, antes de dormir, o que fariam se fossem traídas. Se não têm namorado... Choram, pois estão sozinhas e abandonadas. Se alguém tem muitos amigos (tipo, tão juntos nas baladas forevermente, causando muuuito), de uma hora pra outra, pára pra pensar quantos deles são realmente sinceros e fiéis. Se tem poucos, se diminui, pela incapacidade de fazer mais amizades. Se tem família: pai, mãe, irmãos, gatos, cachorros e papagaio, reclamam. "Minha família não me compreende". Sair de casa o mais breve possível, esse é o plano. Se não têm parentes, reclamam. “A vida é injusta. Todos têm, menos eu". Emprego? Uns reclamam. Querem férias, eternas. Páram no hospital por estresse do cotidiano. Outros, choram, berram, xingam, se não conseguem preencher aquela vaguinha de auxiliar do auxiliar de secretária (o). As pessoas reclamam por estarem gordas ou magras. Por serem altas ou baixas. Por serem feias ou bonitas demais. Por serem pobres (nunca ouvi alguém reclamando por ser rico). Pessoas mentem pra agradar, impressionar, enganar, manipular... Falam a verdade com os menos fins, citados anteriormente. Pessoas se apaixonam pelo namorado (a) da amiga (o). Bebem e fazem loucuras, depois se arrependem. Ou não bebem e nem fazem as tais loucuras e depois se arrependem. Pessoas se sacrificam pelas outras e depois de decepcionam. Têm crise existencial. Querem sumir. Querem ser esquecidos. Querem popularidade. Querem ser notados, ter atenção. Pessoas se humilham, em vão. Ou não se humilham, perdem oportunidades. Pessoas não se entendem, nem entendem os outros. Ou se entendem, e não queriam ter entendido. Surtam. Pessoas se jogam de prédios. Morrem por causa de um mosquitinho besta... Elas vivem um drama incompreensível.
Tudo é um drama. Tá, posso estar exagerando ao fazer essa afirmação, mas, exagerar já é um indício de que esse post será dramático. Alerta!
Se as coisas vão mal, as pessoas choram. Se estão no ápice da felicidade, tbm choram, quando relembram de como tudo foi tão sofrido, antes de chegarem a tal estado. Se o namorado traiu, garotas choram, esperneiam, gritam, quebram pratos nas paredes. Se não traiu, ficam matutando, antes de dormir, o que fariam se fossem traídas. Se não têm namorado... Choram, pois estão sozinhas e abandonadas. Se alguém tem muitos amigos (tipo, tão juntos nas baladas forevermente, causando muuuito), de uma hora pra outra, pára pra pensar quantos deles são realmente sinceros e fiéis. Se tem poucos, se diminui, pela incapacidade de fazer mais amizades. Se tem família: pai, mãe, irmãos, gatos, cachorros e papagaio, reclamam. "Minha família não me compreende". Sair de casa o mais breve possível, esse é o plano. Se não têm parentes, reclamam. “A vida é injusta. Todos têm, menos eu". Emprego? Uns reclamam. Querem férias, eternas. Páram no hospital por estresse do cotidiano. Outros, choram, berram, xingam, se não conseguem preencher aquela vaguinha de auxiliar do auxiliar de secretária (o). As pessoas reclamam por estarem gordas ou magras. Por serem altas ou baixas. Por serem feias ou bonitas demais. Por serem pobres (nunca ouvi alguém reclamando por ser rico). Pessoas mentem pra agradar, impressionar, enganar, manipular... Falam a verdade com os menos fins, citados anteriormente. Pessoas se apaixonam pelo namorado (a) da amiga (o). Bebem e fazem loucuras, depois se arrependem. Ou não bebem e nem fazem as tais loucuras e depois se arrependem. Pessoas se sacrificam pelas outras e depois de decepcionam. Têm crise existencial. Querem sumir. Querem ser esquecidos. Querem popularidade. Querem ser notados, ter atenção. Pessoas se humilham, em vão. Ou não se humilham, perdem oportunidades. Pessoas não se entendem, nem entendem os outros. Ou se entendem, e não queriam ter entendido. Surtam. Pessoas se jogam de prédios. Morrem por causa de um mosquitinho besta... Elas vivem um drama incompreensível.
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Pessoas, como eu, discípulas de Paola Bracho, são dramáticas por opção. Quando querem, vivem numa novela mexicana, quando não, vêem as coisas com mais objetividade, e tudo parece se tornar mais simples, por alguns momentos.
domingo, 6 de abril de 2008
estar completamente ferrado pode ser uma experiência libertadora
Seja um final feliz ou não... Na maioria das vezes, quando certas situações terminam depois de uma grande tensão, crise, pressão, enfim, qualquer coisa que tenha sido caótica... Quando tudo acaba, a gente dá aquele suspiro de alívio. Depois que a briga sangrenta entre você e o leão, trancados dentro de uma jaula, tem fim, pode-se concluir que: ou o leão morreu e você está livre daquela batalha, ou quem morreu foi você, mas, de qualquer forma, se livrou de todo aquele conflito. Os dois foram trancados no mesmo espaço, pelas circunstâncias ocasionais ou do destino, não importa, nem importa quem vai ganhar. É na luta que você "testa" a si próprio. Conhece seus pontos forte e fraco, e sabe até onde vão seus limites. Acabou e você pode deitar na grama, olhar pro céu e dizer: "eu posso enfrentar outra vez". Pode ser uma experiência libertadora.
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Estar com medo, ter que fugir, não saber pra onde, não ter tempo pra planejar, não ter dinheiro, nem apoio, e a vida pressionado, o tempo passando com as coisas acontecendo ao mesmo tempo, pode ser um experiência libertadora. Uma hora você vai ter que tomar uma decisão. Ou a decisão.
Estar com medo, ter que fugir, não saber pra onde, não ter tempo pra planejar, não ter dinheiro, nem apoio, e a vida pressionado, o tempo passando com as coisas acontecendo ao mesmo tempo, pode ser um experiência libertadora. Uma hora você vai ter que tomar uma decisão. Ou a decisão.
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Em muitos momentos, a gente se sente encurralada pelos pequenos acontecimentos no nosso dia-a-dia, e eles podem ilustrar muito bem o que eu quero explicar. "Às vezes, estar completamente ferrado, pode ser uma experiência libertadora". Um dia, eu vi essa frase em um filme, e, até hoje, ela não saiu da minha cabeça. Dizem que tudo tem um lado positivo (e um negativo tbm), então, acho que é mais ou menos isso que digo. O que não quer dizer, necessariamente, que seja a mais profunda verdade.
Em muitos momentos, a gente se sente encurralada pelos pequenos acontecimentos no nosso dia-a-dia, e eles podem ilustrar muito bem o que eu quero explicar. "Às vezes, estar completamente ferrado, pode ser uma experiência libertadora". Um dia, eu vi essa frase em um filme, e, até hoje, ela não saiu da minha cabeça. Dizem que tudo tem um lado positivo (e um negativo tbm), então, acho que é mais ou menos isso que digo. O que não quer dizer, necessariamente, que seja a mais profunda verdade.
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Só não sei de onde eu tirei esse leão... =S
quarta-feira, 2 de abril de 2008
não acredito...
Não acredito em horóscopo. Não acredito em signos do zodíaco. Nem em inferno ou céu astral. Não acredito em búzios. Nem em tarô cigano, numerologia, cartas. Nada que possa prever o futuro. Nem em santos. Nem em alma penada. Não acredito no boi da cara preta, mula-sem-cabeça, velho do saco, loira do banheiro, mulher da capa preta, saci pererê... Não acredito em lendas urbanas. Contos da carochinha. Não acredito em mago. Nem em magia. Não acredito em mágico. Nem em mágicas. Nem em bruxa, gnomos, gremlins, elfos, duendes. Não acredito no Harry Potter. Nem acredito que sou trouxa. Não acredito em vampiros ou lobisomem. Não acredito em fada, nem em príncipe encantado (?). Não acredito em sereia, nem que ela arrasta homens pra o fundo do mar. Não acredito que tem que isolar na madeira. Não acredito nas sete ondinhas. Nem na fitinha do Senhor do Bonfim. Não acredito que tem que comer a primeira bolacha do pacote, nem que tem que voltar pra dar três pulinhos na pedra que trombou, e falar “não dou³, é meu ³”, se não quiser ficar sem namorado. Nem acredito que espelho quebrado traz azar. Não acredito em Buda. Nem em Yin e Yang. Nem no chá de chifre de veado. Nem na viagem do chá de fita. Nem na primeira viagem a lua. Nem no buraco negro. Não acredito em et. Nem em deuses. Nem em deusas. Não acredito...
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Hoje eu não acredito em nada, só hoje. O mundo tem muito mais mistérios do que a gente tenta deduzir, mistérios que não estão ao nosso alcance. Ou, se estão, talvez não valha a pena explicá-los.
Hoje eu não acredito em nada, só hoje. O mundo tem muito mais mistérios do que a gente tenta deduzir, mistérios que não estão ao nosso alcance. Ou, se estão, talvez não valha a pena explicá-los.
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